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Faturação da Century 21 atinge os 11,3 M € no primeiro semestre do ano

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Nos primeiros seis meses do ano, a Century 21 realizou um total de 3561 transações de venda, mais 23% do que no período homólogo. Para além disso, o valor médio dos imóveis transacionados pela rede cresceu cerca de 11% para os 133,3 mil euros.

“Os principais aumentos do preço médio de venda de imóveis foram verificados na zona norte do país, onde se registou um crescimento de cerca de 35% dos valores médios dos imóveis transacionados, nos primeiros seis meses de 2016, em comparação com o período homólogo do ano anterior. As zonas de Lisboa e Linha de Sintra – Cascais registaram aumentos médios de 13% nos valores médios dos imóveis transacionados”, refere a Century 21 em comunicado.

“Os indicadores dos valores médios dos imóveis transacionados, registados na rede Century 21 Portugal, foram impulsionados pela maior abertura do crédito à habitação. A atual procura é caraterizado por outro perfil de consumidor – as famílias portuguesas da classe média – que adquirem imóveis com preços mais elevados, de gama média, sobretudo nas tipologias T2 e T3, optando pela aquisição das casas mais adequadas para as suas necessidades de habitação”, acrescenta a imobiliária.

De acordo com a rede Century 21 Portugal existem dois perfis de compradores de imóveis distintos: por um lado, os consumidores que optam pela aquisição de casas no centro das cidades e, por outro, os que compram imóveis nas zonas periféricas.

“No primeiro caso, o perfil de comprador é, sobretudo, cosmopolita, quer de origem nacional, quer internacional, e possui um elevado poder de compra. Esta tipologia de consumidor valoriza critérios como o tipo de bairro, o contexto social e urbano da zona, condomínios com piscina e o fácil acesso a outras infraestruturas de desporto e lazer também são fatores de escolha para estes clientes. No segundo caso, os compradores são, maioritariamente, famílias de classe média e média-baixa- que necessitam de recorrer ao crédito à habitação para aquisição de casa – bem como pequenos investidores que procuram alternativas ao sistema financeiro, para aplicar as suas poupanças. Os principais requisitos, que este perfil de comprador valoriza, são a qualidade das casas e a proximidade a zonas de comércio e serviços.”

Ricardo sousa, Administrador da Century 21 Portugal, acrescenta: “Não considero que os centros das cidades estejam a sofrer um processo de despovoamento. O que se verifica é uma mudança do perfil de consumidor de imóveis nestas zonas, com características mais cosmopolitas e com maior poder de compra. Registamos, igualmente, uma necessidade crescente de reabilitar edifícios nos centros das cidades, que permita dar resposta à procura dos compradores interessados em investir neste tipo de zonas urbanas”.

No que diz respeito ao arrendamento, a rede nacional da Century 21 foi responsável por um total de 1288 transações nos primeiros seis meses do ano, uma quebra de 8% face às 1396 registadas no período homólogo. Esta quebra verificou-se em quase todas as áreas onde a Century 21 opera, com exceção da zona de Lisboa, onde o crescimento atingiu os dois pontos percentuais, do centro do país, onde aumentou 32% e nas ilhas, onde o aumento foi de 67%.

O valor médio do arrendamento de imóveis, por sua vez, aumentou 20% a nível nacional, fixando-se nos 571 euros no primeiro semestre deste ano.

Para mais informações sobre o franchising da Century 21, consulte a ficha da marca.

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