Os novos empreendedores tech são verdes

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A agricultura está a atrair cada vez mais jovens empreendedores da área tecnológica, que apostam no desenvolvimento de soluções que permitem ao produtor monitorizar a sua exploração, fazer (quase) todas as tarefas via smartphone ou encontrar rapidamente produtos e informação sobre o setor. Mas há também quem facilite a ligação entre os pequenos agricultores e os clientes ou forneça veículos, movidos a energia limpa e versáteis para as várias operações culturais. WiseCrop, CoolFarm, Agroop, Agrozapp, MyFarm e Tri4move são os exemplos que reunimos neste artigo.

A agricultura está a viver um momento de grande dinamismo e a atrair jovens para produções inovadoras. Mas o setor começou mais recentemente a chamar atenção de outros jovens, principalmente os mais dedicados à área tecnológica – tech geeks–, que perceberam que esta é uma área onde muito há para fazer em termos de soluções tecnológicas.

Desde soluções para monitorizar e controlar os sistemas de rega, ou outros auxiliares de decisão do agricultor, como sondas de humidade, estações meteorológicas, mas também novos equipamentos que juntam estas duas num só, passando também por portais ou plataformas que reúnem de forma fácil e acessível produtos e informação importante para o agricultor, ou lhe permitem vender diretamente os seus produtos a clientes que participam mais ou menos no dia-a-dia da exploração, a imaginação (e a necessidade) é o limite.

WiseCrop: (quase) tudo em um

O WiseCrop é um sistema de apoio à decisão do agricultor, baseado numa tecnologia inovadora de envio de dados sem fios que Tiago Sá e Sandro Vale desenvolveram na universidade. “Olhámos para diversos setores, entre eles a agricultura, e criámos este produto sobre essa tecnologia”, conta Tiago Sá um dos administradores da WiseConnect.

A startup participou na etapa nacional, coordenada pela ANJE, do TechMatch Global e foi escolhida para a final internacional realizada em Bratislava, onde “estivemos durante uma semana a fazer contactos com investidores internacionais”.

empreendedores tech - InfofranchisingO administrador explica que o sistema se baseia numa série de sensores que são instalados, podendo integrar qualquer tipo de sensor que exista no mercado, que dão informações como temperatura, humidade, velocidade e direção do vento, radiação solar, humidade do solo, entre outras, sendo disponibilizadas online desde o momento da instalação do sistema e podendo ser exportadas para tratamento posterior.

O WiseCrop integra também os dados de um serviço de previsão meteorológica já existente e com tudo isto, “o software disponibiliza ao agricultor uma Ferramenta de Indicadores, que inclui três tipos de indicadores”, refere Tiago Sá. Indicadores Bioclimáticos, como graus/dia, horas de frio, etc., que permitem estimar quando vai haver alterações fenológicas na planta, mas também Indicadores de Risco de doenças e pragas, baseados em modelos agronómicos, que dão uma indicação de probabilidade de ocorrência em quatro níveis – sem risco, risco baixo, risco médio ou risco alto; os indicadores incluem também modelos de aviso de geada, rajadas de vento e escaldão, que além dos dados medidos no campo, têm igualmente em conta as previsões meteorológicas. E, por último, “tem também um módulo de Indicadores de Persistência de Tratamentos, onde o agricultor regista os tratamentos que faz e, de forma gráfica, a ferramenta indica-lhe quantos dias faltam até que o produto perca efetividade”.

Além desta Ferramenta de Indicadores, o WiseCrop inclui igualmente um Sistema de Alertas, alguns automáticos e outros personalizáveis e uma Ferramenta de Rega que “como estamos a monitorizar a evapotranspiração, temos dados da humidade no solo e a previsão meteorológica, podemos calcular quanto deve regar para repor na planta a água que ela perdeu”, salienta o administrador.

O sistema pode também controlar remotamente o sistema de rega, até os já existentes nas explorações, “desde que o programador tenha um módulo GSM, conseguimos integrar”.

Tiago Sá acrescenta que “o sistema tem também uma componente de ‘inteligência artificial’ que lhe permite, por exemplo, controlar e manter as condições de um ambiente fechado, como uma estufa, mantendo a temperatura e humidade, de acordo com a infraestrutura disponível.

O WiseCrop inclui ainda uma Ferramenta de Fertilização, uma Ferramenta de Caderno de Campo e outra de Gestão de Tarefas.

“No caso da fertilização fazemos a ponte entre o técnico da exploração e o laboratório de análises, garantindo que são feitas as análises periódicas (programadas pelo produtor) ao solo, às folhas e água, e que o produtor recebe os resultados rapidamente, para que o técnico possa fazer/ajustar o cronograma nutricional”, explica, adiantando que “no caso do Caderno de Campo, a nossa ferramenta ajuda o produtor a preenchê-lo com todas as operações culturais, tratamentos, podas, etc., – estando preparado para Proteção Integrada, Produção Biológica e até certificação GlobalGap – para que no final da campanha seja só imprimir”. Já a ferramenta de Gestão de Tarefas, implica um tablet ou ecrã tátil, colocado num local onde todos os colaboradores, ou grupos de colaboradores, passem no final das suas tarefas e onde, de forma simples e rápida possam registar o que fizeram e quanto tempo levaram, “o que permite calcular o custo total de mão-de-obra de cada operador, o custo/hora ou o custo da parcela e quando o agricultor vender o seu produto, apurar o retorno por parcela ou por hectare”.

O administrador conclui que “todas as ferramentas podem ser comercializadas separadamente ou em packs. O WiseCrop é um sistema que permite a integração de várias ferramentas e soluções, podendo também vir a incluir informações de drones e satélites, entre outros serviços de outras empresas com quem possamos vir a trabalhar”, integrando tudo numa só plataforma.

MyFarm: adote um agricultor

Inspirada no conhecido jogo Farmville, a ideia de criar o MyFarm surgiu no âmbito da cadeira de Empreendedorismo do Instituto Politécnico de Beja, onde o professor, Luís Miguel Luz, e seis alunos decidiram criar uma empresa para que os ‘urbanos’ pudessem ter hortas reais em vez das virtuais e ajudando assim os pequenos produtores a escoarem os seus produtos.

Alice Teixeira, responsável de projeto na empresa e também docente no IPB, explica-nos que “começámos em 2012/2013 com um projeto agronómico piloto e 20 clientes, que funcionou durante duas campanhas, porque precisávamos de saber os custos envolvidos”. E em setembro desse ano arrancou o projeto comercial com esses 20 clientes e um produtor (não profissional) de Sintra e a CERCI Beja, “que integrámos porque somos uma empresa social”.

Mas tudo começou a ‘saber a pouco’ porque os produtos não chegavam e as pessoas queriam comprar produtos complementares de confiança (ovos, compotas, etc.), pelo que “começámos a reformular o MyFarm e a plataforma, cujo novo formato estará online em janeiro, com várias novas funcionalidades”, adianta a engenheira agrónoma.

Mantendo o lema: “Adote um Agricultor”, que demonstra o objetivo de ligação entre o produtor e o cliente, o novo MyFarm permite agora Hortas de Campo (como já existia), mas também Hortas Virtuais, Cabaz Hortas Solidárias (onde os Consumidores podem doar produtos a instituições), Cabazes da Quinta (ou pack de Cabazes), de Produtos Avulso e de outros Produtos de Parceiros dos Agricultores ou Organizadores (líderes de um grupo, associação, cooperativa, etc.) registados.

“Mantemos a ligação ao produtor porque as pessoas gostam de acompanhar o que se vai passando no campo, mas assim damos mais possibilidades e liberdade a agricultores e clientes”, adianta Alice Teixeira, porque no caso das Hortas Virtuais o cliente compra uma linha ou X m² de alfaces ou cenouras e o produtor já pode compor’ o seu terreno como quiser. No caso das Hortas de Campo (com uma mensalidade mais elevada) mantém-se a decisão do lado do cliente, que está obrigado também a um maior acompanhamento do projeto, até no campo, se pretender.

Cada Agricultor tem agora uma página que dinamiza, onde se inclui um mapa com a posição da horta e onde pode incluir parceiros, como produtores de mel, por exemplo.

“Os produtores é que sugeriram esta associação”, explica a responsável, adiantando que “quando nos reunimos na Cooperativa de Beringel, eles é que começaram a dizer: ‘eu posso produzir isto e tu aquilo e fazemos a oferta em conjunto’, pelo que a nova plataforma foi construída com a ajuda de dez a 15 produtores de idades e dinâmicas diferentes”.

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O objetivo é agora juntar agricultores de outras zonas do País, “de onde temos tido vários pedidos. Vamos fazer um roadshow com o apoio da Caixa Agrícola e da Associação de Jovens Agricultores”.

A MyFarm paga os custos cobrando uma comissão sobre a venda dos vários produtos – Horta no Campo, Horta Virtual, Cabaz, Produtos Avulso, etc. –, sendo que “os clientes têm uma conta corrente onde que vão ‘carregando’ e onde vão sendo debitados as mensalidades ou compras.

Alice Teixeira salienta ainda que “os agricultores são avaliados periodicamente por nós, para garantirmos que tudo está a funcionar bem”.

Agroop: todos os custos na mão do agricultor

Bruno Fonseca, CEO da Agroop, tem formação em design e a ideia para a solução Agroop Operacional surgiu “por acaso, quando estava a fazer um rebranding, no âmbito da tese de Mestrado, numa empresa da zona de Idanha-a-Nova, e me disseram que não existia uma ferramenta de gestão agrícola que fosse intuitiva e que permitisse colocar as operações no terreno e respetivos custos”.

Assim, Bruno Fonseca pesquisou e convidou o colega Bruno Rodrigues a embarcar nesta ‘aventura’, ao abrigo da iniciativa “Passaporte para o Empreendedorismo” passaram um ano, com uma bolsa, a falar com organizações de produtores e outros agentes e em 2014 decidiram criar a Agroop, propondo a desenvolvimento do produto através de uma campanha de crowdfunding, onde conseguiram a totalidade (e mais) do financiamento pretendido – 75 mil euros – em troca de 5% do capital da empresa. “Somos, até hoje, a única empresa nacional que conseguiu atingir o objetivo numa campanha de crowdfunding”, regozija-se o CEO adiantando que “entretanto, além da solução Agroop Operacional já desenvolvemos também um multisensor – o Stoock – de humidade no solo, pluviómetro e temperatura”, que une as funcionalidades de vários equipamentos hoje existentes, como sondas de humidade e as principais valências das estações meteorológicas. Este equipamento foi recentemente um dos três projetos finalistas do concurso EDP Inovação.

Voltando agora ao Agroop Operacional, Bruno Fonseca explica que “é um software que pode ser instalado no smartphone e onde o agricultor, após caraterizar a exploração, culturas e recursos disponíveis, entre outras informações, pode registar todas as operações culturais, identificando o que foi feito, por quem e durante quanto tempo, e a aplicação gera gráficos que vão apresentando os custos associados”, incluindo consumos de água e eletricidade.

O CEO da startup salienta que, “como o nosso objetivo sempre foi a internacionalização, precisávamos de soluções escaláveis e que pudessem ser facilmente comercializadas via web e instaladas pelo próprio agricultor, daí ter surgido o Stoock, a ser vendido como um segundo pack em conjunto com a Agroop Operacional”.

O primeiro protótipo do Stoock detetava a humidade do solo, a humidade e a temperatura do ar, a velocidade do vento e a radiação solar. Mas a Agroop decidiu depois avançar para um equipamento ainda mais funcional com um menor número de sensores.

Através da recolha destes dados e devido à comunicação com a Agroop Operacional “o sistema conseguirá calcular o índice de evapotranspiração e o balanço hídrico das culturas, evitando desperdícios hídricos e energéticos muito significativos”.

Bruno Fonseca especifica que “o sistema combinado, conseguirá construir algoritmos agronómicos para prever rega, fertilização, tratamentos, pragas, condições climáticas, custos de produção, etc.” e adianta que “o nosso objetivo é integrarmos mais parâmetros e funções”.

Agrozapp: informação útil e de fácil acesso

O portal Agrozapp é o segundo produto destinado ao setor agrícola desenvolvido pela Impactwave, que presta serviços de consultoria digital, desenvolvendo soluções flexíveis e personalizadas para Internet e dispositivos móveis, que se adaptam às necessidades dos clientes.

O primeiro foi o Ultracarpo, criado em 2013 em conjunto com a Universidade de Coimbra, e trata-se de um sistema que permite medir, de uma forma não destrutiva, através de ultrassons, o estado de maturação de frutos. Este sistema funcionará com três componentes de base: um smartphone, uma sonda e uma aplicação. A sonda de ultrassons é acoplada ao smartphone e o conjunto é aproximado do fruto. Os dados recolhidos são processados pela aplicação.

O primeiro protótipo já está desenvolvido e encontra-se neste momento em fase de testes, “nos quais temos tido a colaboração de várias entidades nacionais e internacionais. Prevê-se que comece a ser comercializado dentro de cerca de um ano e meio”, afirma Ricardo Cardoso, CEO da empresa.

Falando agora do Agrozapp, o responsável explica-nos que “foi uma aposta nossa para conhecer melhor o mercado, verificar o grau de aceitação, medição de públicos e de perfis, criando e dinamizando uma comunidade, por isso é gratuito, sendo os fabricantes/distribuidores dos fitofármacos que ajudam a manter esta possibilidade”. O Agrozapp começou por permitir a consulta de produtos fitofarmacêuticos e adubos/fertilizantes e já alargou também o âmbito às sementes e produtos para a agricultura biológica, informando onde podem ser comprados. Os produtos podem ser pesquisados por nome comercial, substância ativa, cultura ou inimigo.

O Agrozapp baseia-se num sistema de pesquisa avançado que permite o cruzamento de vários dados em tempo real, está ajustado a diversos tipos e dispositivos, nomeadamente PC’s, tablets ou smartphones, e é composto por um website (com informações sobre a sua utilização e notícias) e por uma aplicação.

A aplicação “tem vindo a evoluir e hoje já temos pessoas a colocarem questões e recorremos a consultores agrónomos para dar as respostas”, refere Ricardo Cardoso.

Stoock - empreendedores tech - InfofranchisingO CEO avança que as próximas etapas incluem “o alargamento a outros produtos e a internacionalização. Já temos quase tudo adaptado para espanhol, sendo depois França a etapa seguinte a mais tarde toda a Europa. Mas também temos solicitações do Brasil” e acrescenta: “outra intenção é a integração com hardware, nomeadamente sensores, a serem instalados nas explorações, como já fazem algumas empresas no mercado, como a WiseCrop e a Agroop, mas o nosso foco é no software, pelo que estamos a abertos a parcerias”.

CoolFarm: inteligência artificial para ‘fazer crescer’ plantas

Uma ideia que surgiu de ‘uma brincadeira’, conta-nos Gonçalo Cabrita, CEO da CoolFarm, “de experiências em casa que comecei a fazer durante o mestrado de robótica desafiado pelo João Igor, designer, para fazer uma ‘máquina’ para cuidar de hortas urbanas, mas quando decidimos criar a empresa e fomos para o programa de aceleração de empresas – Beta-i – percebemos que a aposta tinha de ser no mercado industrial, porque para o doméstico a solução ainda não é, economicamente, viável, mas continua a estar nos nosso objetivos para mais tarde, quando a tecnologia o permitir”.

Assim, o CoolFarm está vocacionado para estufas ou ‘armazéns’ de produção agrícola em hidroponia, gerindo várias funções e permitindo poupar água e fertilizantes.

“Inicialmente, tínhamos só um software mas tivemos de pensar logo na interligação com servidores que são instalados na estufa, que fabricamos ou vamos buscar ao mercado. A grande diferença do nosso serviço está no facto de recorrer à inteligência artificial – machine learning –, pois o programa consegue aprender como é que as plantas crescem, conseguindo assim ajudar o agricultor a produzir mais, mais depressa e com menos recursos”, explica Gonçalo Cabrita. Quantos mais CoolFarm existirem, maior será a base de dados e a aprendizagem do sistema, que permite gerir as várias operações necessárias na estufa.

“ O CoolFarm funciona como um computador de casa, embora seja um computador industrial, adaptando-se a vários sensores, e o sistema é capaz de interagir com a estufa, podendo algumas funções ser colocadas em ‘piloto automático’, mas o agricultor é sempre quem decide”, explica Gonçalo Cabrita, “esta ferramenta de recomendação aprende a dois níveis: local – na estufa/armazém onde está instalado – e na cloud, através de outros CoolFarms instalados noutros locais, pelo que ao longo do tempo irá sempre melhorar, embora não parta do zero, porque estamos a carregar informação de investigação e de práticas culturais de parceiros”.

Tri4move: veículos elétricos versáteis

Num âmbito bastante diferente está a Tri4move do consultor e produtor agrícola Pedro Vaquinhas, de Tavira. A empresa comercializa, em exclusivo para Portugal e também para Espanha Etiópia e Angola, veículos elétricos para a agricultura.

Os pequenos frutos, principalmente a framboesa, que o gestor conhece bem, estão a tornar-se cada vez mais num produto ‘gourmet’, pelo que a sua cultura obedece a regras cada vez mais apertadas e implica elevados investimentos por hectare. “A ideia surgiu numa das empresas onde trabalhava, pela necessidade de conseguir ter veículos não poluentes nas estufas, mas também versáteis e bem adaptados a culturas específicas como a vinha”, diz-nos Pedro Vaquinhas, acrescentando que “os certificados GlobalGap, por exemplo, incentivam o uso de energias renováveis e desaconselham os motores de combustão, principalmente dentro de estufas, onde os caminhos também são cada vez mais estreitos para maximizar o investimento produtivo, pelo que os tratores estão a perder o seu significado, mas os produtores precisam na mesma de carregar a fruta e, acima de tudo, de veículos que sejam versáteis”.

Assim, o gestor, nas suas viagens de trabalho, procurou durante um ano até encontrar os produtos certos e “os modelos que comercializamos são adaptados às nossas condições e exigências, em termos de motorizações, chassi, suspensão, consumo elétrico, capacidade de carga, entre outras especificações”.

Devido à sua versatilidade e, por exemplo, adaptabilidade a terrenos íngremes (até 15% de inclinação) os veículos são também apropriados para operações na vinha (até no Douro).

A Tri4move comercializa, neste momento, três modelos (cujas especificações estão no catálogo disponível no site da empresa), mais um reboque que pode ser acoplado aos veículos e está já a preparar um outro modelo que irá, para já, começar a ser vendido em Espanha.

São veículos elegíveis para o PDR 2020 no âmbito das energias renováveis mas também como veículo de carga, “podendo eficazmente e com um investimento menor substituir um trator, sendo que o consumo é também muito inferior, já que cerca de 0,70€ dão para andar 70km”. O preço dos modelos disponíveis situa-se entre os 4.400€ e os 10.000€.

Uma das mais-valias da Tri4move é que garante assistência técnica aos veículos em 24 horas. “É a Express 24, como nós chamamos”, afirma Pedro Vaquinhas, acrescentando que “por isso trabalhamos apenas com um distribuidor na zona do Algarve, o resto do País fazemos diretamente. E já temos vários veículos a trabalhar no terreno e um feedback positivo dos clientes”.

Artigo publicado na revista NEGÓCIOS & FRANCHISING

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