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Big Data “é topo e base do iceberg”

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Luís Costa, Diretor de Marketing do Banif, foi um dos oradores presentes e explicou que apesar da quantidade de informação disponível atualmente, uma vez que “praticamente todos os devices hoje geram informação que pode ser trabalhada”, “um em cada três líderes de negócio ainda tomam decisões com informação na qual não confiam”.

Para o especialista, que há já alguns anos trabalha informação, os líderes portugueses já perceberam a importância dos dados que recolhem, no entanto, “ainda não a sabem trabalhar”. Esse problema é especialmente visível no setor da banca: “ainda se trabalha muito pouca informação recolhida junto do cliente. Existem muito mais dados disponíveis”, revelou.

Entre as principais conclusões da conferência está o facto do Big Data ser uma ferramenta especialmente importante para mudar a experiência do cliente, que atualmente é “exigente, menos sensível ao preço, tem mais argumentos e informação e não tem tempo”, referiu Miguel Serrão, Head of Digital da Havas Media Group .

Segundo Miguel Serrão, no retalho, por exemplo, o Big Data pode ser usado a favor do negócio, uma vez que permite “fazer tracking de toda a navegação do cliente para perceber o impacto de todos os fatores.”

Para o especialista é importante mudar o foco do “real time” para o “right time”, porque aquele que é para as marcas o melhor momento para abordar um cliente, pode não ser a altura ideal para o consumidor. Isto implica também “segmentar os clientes e mudar a estratégia consoante os perfis”.

Privacidade dos consumidores

No que diz respeito à privacidade dos consumidores, uma das questões mais levantadas quando se fala de Big Data, na opinião dos especialistas, o consumidor já está disponível  para abdicar de parte da sua privacidade. “O consumidor quer fazer parte e está mais disposto a dar opiniões sobre uma marca ou produto”, indicou Valdemar S. Pires, Sócio Fundador da Addaptcreative.

Filipe Almeida, responsável da área de media da ComOn, que fez uma apresentação sobre “A recolha e utilização de dados para tomar decisões digitais ou offline”, defendeu que está na hora de abandonar as decisões tomadas com  o ‘Achómetro’ e investir em pessoas que saibam olhar para os dados e identificar aquilo que eles querem dizer.

No final, ficou claro que “as organizações ainda não estão preparadas para analisar todos os dados que têm em seu poder”, que “os departamentos de IT têm que trabalhar em conjunto com os departamentos de Marketing” e que “para se iniciar a revolução do big data, é necessário errar e experimentar.”

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