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Comércio de rua volta a estar na moda

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O comércio de rua voltou a estar na moda: nos últimos dois anos, 66 novas lojas abriram nos principais locais de comércio de rua em Lisboa. A conclusão é do estudo “Lisbon Street Shopping”, da JLL, que refere ainda que este formato “é atualmente uma alternativa de retalho em consolidação na capital”.

Os principais destinos de comércio de rua em Lisboa são, de acordo com a consultora, Avenida da Liberdade, Rua Castilho, Chiado, Baixa e Príncipe Real. “Basta passear por Lisboa para descobrir as diferenças em relação a alguns anos atrás. Novas marcas, novos conceitos, lojas renovadas, restaurantes e muitas esplanadas são a face mais visível de uma cidade em transformação”, explica Patrícia Araújo, Head of Retail da JLL Portugal.

“E não são apenas as marcas internacionais que escolhem a ruas de Lisboa para abrir lojas, são também vários os exemplos de empreendedorismo português, com conceitos inovadores, bem posicionados, design atrativo, marketing diferenciador e que apostam muito na criação nacional”, acrescenta.

De acordo com a JLL, o comércio de rua assume-se cada vez mais como uma localização estratégica e um canal de expansão para operadores nacionais e internacionais e Lisboa encontra-se atualmente em 19º lugar na lista de cidades europeias com maior presença de marcas internacionais, à frente de outras capitais como Dublin, Bruxelas ou Budapeste. Já no segmento de luxo, a capital portuguesa é 22ª cidade europeia com mais marcas de luxo.

Do total das 66 lojas inauguradas em 2013 e 2014 em Lisboa, 31,8% (21 unidades) localizam-se na Avenida da Liberdade. Quase como extensão da Avenida da Liberdade, a Rua Castilho, por seu turno, tem vindo a posicionar-se no segmento premium, especialmente junto do público feminino. Em 2013 e 2014, foram cinco as novas lojas a nascer nesta rua.

Segundo a consultora, o Chiado é outra zona comercial consolidada, sendo o destino de compras mais “trendy”, “fashion” e “cosmopolita” da capital. Esta zona, que foi a primeira a apostar na revitalização do comércio de rua, lidera em 2013 e 2014 as aberturas, recebendo 22 lojas (33,3% do total).A Baixa, por sua vez,  tem vindo a ganhar vida aos poucos e aposta num target mass market com forte vocação turística. Esta área registou o mesmo ritmo de inaugurações que a Rua Castilho ao longo do ano passado e deste ano, com cinco insígnias a abrir aqui portas.

Por fim, o Príncipe Real é hoje um cluster comercial que se distingue pela inovação e pela diferença, quer em termos de espaços quer em termos de conceitos. Nos últimos dois anos abriram nesta zona 11 novas lojas, além da Embaixada e do Entre Tanto, espaços partilhados integrados quer por comércio quer por outras iniciativas de empreendedorismo. 

 

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