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Economia paralela continua a crescer em Portugal

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A economia paralela está a crescer em Portugal, valendo já um quarto do Produto Interno Bruto (PIB), revela o Índice da Economia Não Registada do Observatório de Economia e Gestão de Fraude (OBEGEF), da Faculdade de Economia do Porto./images/textoimagens/fullsize/3880.jpg A economia paralela está a crescer em Portugal, valendo já um quarto do Produto Interno Bruto (PIB), revela o Índice da Economia Não Registada do Observatório de Economia e Gestão de Fraude (OBEGEF), da Faculdade de Economia do Porto.

 

De acordo com o jornal Público, em 2009 a economia paralela representava 24,2% do PIB português, tendo um ano depois crescido 2,5%. Em valor, e face aos 172,7 mil milhões de euros do PIB em 2010, a economia paralela representou 42,7 mil milhões de euros. Em 2011 a barreira dos 25% do PIB "vai seguramente ser ultrapassada, dado que os fatores que a fizeram crescer em 2010 se agravaram no ano passado", adiantou ao Público, Óscar Afonso, vice-presidente do OBEGEF.

Em entrevista ao mesmo jornal, Óscar Afonso diz que são "várias as razões" que estão na base deste crescimento, "com destaque para o aumento dos impostos indiretos (IVA), o aumento do peso do Estado na economia e o aumento da taxa de desemprego".

Sobre o conceito de ‘economia paralela', aquele responsável aponta várias definições, "podemos estar a falar de produção ilegal (atividade não autorizada), de produção subterrânea (fuga aos impostos), que é a mais relevante em Portugal, e de produção informal ("os biscates"). Mas também podemos incluir a produção para auto consumo, e ainda a produção que não é considerada pelas estatísticas".

Óscar Afonso defende que "tal como existe uma ASAE", deveria também haver um mecanismo de combate à economia paralela, "com determinadas competências". Outra forma de combater poderia ser "através do aumento do IVA, por exemplo, de 23% para 25%. Mas depois devolviam-me 2% daquilo que tinham sido os meus gastos. Isso iria obrigar-me a garantir que tudo ficasse registado".

Esta situação é "grave", uma vez que "implica a diminuição da receita fiscal e menos receita fiscal significa menos receita para outras coisas ou sobrecarga para aqueles que já cumprem as suas obrigações", conclui o vice-presidente do OBEGEF.

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