Hiper Estética quer crescer no Brasil

De olhos nos PALOP está, também, Rui Marques da Hiper Estética. Em Portugal, a marca está hoje reduzida a, apenas, cinco clínicas em funcionamento, depois de ter chegado a contar com quase 50 em todo o país. 

“Só muito pontualmente é que acedemos a parcerias. Ou nos oferecem muitas garantias de cumprimento, ou não nos associamos a ninguém. É a imagem da Hiper Estética que sai lesada se o serviço não for de qualidade”, afirma Rui Marques. Por outro lado, o empresário aponta, também, as dificuldades na obtenção de financiamento: “Os bancos não abrem os cordões à bolsa. Deixamos de vender meio milhão de euros em leasing que não foram aprovados”. E, apesar do consumidor estar “mais retraído”, a Hiper Estética “tem a mais-valia da fidelização de clientes”, graças ao “rigor associado à marca”, que nos permitiu criar uma base de clientes importante.
Rui Marques está já em negociações com potenciais investidores para o mercado angolano, no entanto assegura que só avança “com tudo muito bem estruturado”. Crescer no mercado brasileiro é outra das apostas da Hiper Estética. “Temos 73 lojas no Brasil, o que não é nada para um mercado daquele tamanho e com as potencialidades económicas que revela”, diz. Já o mercado nacional “espera por melhores dias. 

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