Mulheres empreendedoras aderem ao Dona Empresa

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O projecto Dona Empresa, promovido pela Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias (APME) vai arrancar com novas acções de formação e consultoria para projectos geridos por mulheres.

 

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O projecto Dona Empresa, promovido pela Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias (APME) vai arrancar com novas acções de formação e consultoria para projectos geridos por mulheres.

 

O Norte, Centro e Alentejo são as regiões seleccionadas pelo actual Quadro Comunitário. Segundo a direcção da APME, “as 76 novas candidaturas recebidas vão ter seguimento ”possivelmente no primeiro ou segundo trimestre de 2011. As candidaturas estão permanentemente abertas e convocamos as pessoas quando vamos iniciar uma acção”. Cada acção tem 16 vagas e a duração de 157 a 165 horas, contra as 350 horas da acção anterior. “Infelizmente tivemos um corte no número de horas e isso reflecte-se na aquisição de competências necessárias”, considera a APME.

A formação oferecida é de carácter generalista, incluindo módulos como motivação e determinação, organização e gestão, acesso à actividade económica, marketing e mercados, gestão financeira, gestão de produção, novas tecnologias da informação, incentivo ao investimento e avaliação da acção. Depois há uma fase de consultoria específica para cada empresa criada, com a colaboração de especialistas em diversas áreas.

 

Negócios de proximidade

Muitas empresárias “acabam por se situar na área dos serviços de proximidade”, alguns deles inovadores na abordagem que fazem do mercado. A APME dá o exemplo de um negócio de bolos explosivos que surgiu no Alentejo, de consultoria em paisagismo no Algarve e da constituição de pacotes contendo o material escolar para entregar às famílias no início do ano escolar, em Setúbal. Ou ainda de projectos de medicina tradicional chinesa, turismo online, decoração, design e comunicação, bijutaria, transformação de roupa, entre outros. Dos negócios surgidos até agora no âmbito do Dona Empresa, nota-se que “há um aproveitamento de competências artesanais”, mas também iniciativas desenvolvidas para franchising, como a Lune Bleu. “Ao fim de dois anos de actividade, há uma taxa de sobrevivência de 80%”, garante a APME. O plano de negócios desenvolvido nestas acções “facilita não só o financiamento como a própria sobrevivência da empresa”. Ana Costa

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