Nestlé vai apoiar empreendedorismo ‘fora da casca’

Nestlé vai apoiar empreendedorismo ‘fora da casca’

A Nestlé Portugal e a Nova School of Business and Economics lançaram esta semana o ‘Programa de Inovação e Empreendedorismo Nestlé Fora da Casca’, uma iniciativa que vem desafiar as startups e os empreendedores nacionais a implementar projetos em áreas como a Nutrição, a Saúde e o Bem-Estar.

“O Programa Nestlé Fora da Casca visa identificar e selecionar startups e empreendedores que queiram crescer através da exploração de sinergias e criar novos caminhos e futuros negócios com a Nestlé, num ambiente real, contando, para o desenvolvimento dos seus projetos, com um espaço de cowork, mentoria e formação”, explicam os responsáveis em comunicado.

Luís Ferreira Pinto, responsável pelo programa da Nestlé Portugal, explica que se trata de um programa singular “não só por assentar num formato e numa parceria inédita entre uma empresa e uma instituição de ensino, mas também pelas áreas que visa desenvolver e que vão aportar valor às famílias portuguesas ao nível da sua saúde e bem-estar. É, literalmente, um projeto ‘fora da casca’”.

Para se poderem candidatar ao Nestlé Fora da Casca, as startups devem ter um projeto que dê resposta a um ou mais de cinco desafios:

Família – Como melhorar até 2020 a qualidade de vida, nutrição, saúde e bem-estar das famílias contribuindo para aumentar em 30% o número de anos de vida saudável?

Para além do produto – Como proporcionar ou oferecer serviços personalizados de Nutrição, Saúde e Bem-Estar a cada família portuguesa?

Consumo – Como eliminar o “sofrimento” de ir às compras através de novos modelos ‘direct to consumer’ e novas experiências nos pontos de venda?

Eficiência – Como otimizar em cerca de 50% a duração dos processos ou melhorar a sua eficiência, de forma compliant?

Dados – Como tornar mais útil e gerar valor a partir de uma das maiores Base de Dados de Mães e Crianças portuguesas?

O programa arrancará com cerca de 30 projetos pré-selecionados, dos quais sairão 10 para uma segunda fase, que se prolongará por 24 semanas de trabalho acompanhado pelas entidades promotoras.