Ladybug

Ladybug é oportunidade biológica

Empresa que defende o ambiente e um estilo de vida saudável, a Ladybug iniciou a sua expansão em franchising com uma regra: nada de centros comerciais.

Texto: Ana Tavares

Uma marca portuguesa criada em finais de 2013, a Ladybug foi a primeira loja certificada de sumos inteiramente biológicos em Portugal. Com o conceito testado e dado o sucesso da primeira loja, em Lisboa, a marca pretende agora iniciar a sua expansão em regime de franchising, naquilo que corresponde ao “natural desenvolvimento do negócio”, disse Luís Sousa Neves, diretor do departamento de expansão da Ladybug.

Defendendo o conceito inovador e em forte expansão internacional da marca, Luís Sousa Neves afirma que o objetivo da Ladybug é “oferecer de forma fácil, simples e deliciosa, alimentos biológicos crus, constituídos por frutas, vegetais, sementes e super alimentos” como parte de um estilo de vida saudável. Para manter a riqueza nutricional de origem, os sumos da marca são feitos na hora, sem gelo nem adição de açúcar. “Existimos para levar até aos consumidores uma variedade de deliciosos produtos, carregados de energia, com o mínimo de pegada ecológica e com o máximo de sabor, repletos de vitaminas e enzimas.”

A empresa mostra ainda consciência ambiental, já que todos os copos e garrafas são feitos não de plástico, mas sim de uma fibra vegetal completamente reciclável. “Todos os nossos ingredientes têm certificação biológica, uma influência determinante em benefício da nossa própria saúde e da dos nossos familiares e, ao mesmo tempo, em defesa do ambiente, dos solos, das águas e da sustentabilidade dos espaços rurais”, disse o diretor de expansão da marca.

Só lojas de rua

Tendo lançado o seu programa de franchising, que se estende a todo o país, em outubro deste ano, a marca pretende abrir duas a três novas lojas em 2016. Estas serão, no entanto, lojas de rua, já que a Ladybug não prevê a abertura de unidades em centros comerciais como parte da filosofia da marca. O diretor de expansão garante que todas as candidaturas serão avaliadas individualmente e que os futuros franchisados vão receber um ‘manual do franchising’ onde estão indicados todos os passos a dar e pré-requisitos do projeto.

Para abrir uma loja da Ladybug o investimento inicial previsto é de 50 mil euros mais IVA, sendo que os royalties são de 7% sobre a faturação mensal e não é cobrada qualquer taxa de publicidade. Já o retorno do investimento deverá ocorrer em 24 a 36 meses, mas o diretor de expansão diz que a marca prevê um break-even operacional ao fim de um ano. E, embora não seja exigida experiência prévia, Luís Sousa Neves diz que a marca procura “disponibilidade total e empenho na gestão do negócio”, para além de capacidade financeira por parte do investidor e espírito empreendedor. “Acima de tudo, procuramos candidatos com espírito de parceria. Alguém que seja um parceiro fiável e duradouro.”

Artigo publicado na edição de outubro/novembro de 2015 da revista NEGÓCIOS & FRANCHISING

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