Melhor empresa para trabalhar e Empresa de excelência

Remax distinguida pelo seu trabalho em recursos humanos.

A Remax está em alta no que toca a recursos humanos. Só neste início de ano foi já distinguida duas vezes pelo trabalho desenvolvido juntos dos seus funcionários – como Melhor Empresa para Trabalhar em Portugal e Empresa de Excelência.
À frente dos destinos da Remax Portugal há pouco tempo, Beatriz Rubio fala à Negócios & Franchising das razões para estas distinções, mas não só. Em cima da mesa estiveram também os desafios na gestão de uma rede de com mais de três mil colaboradores e de liderar uma empresa de mediação imobiliária em época de contenção económica. Bem como a expansão internacional da Remax Portugal que, em 2010, chegou a Cabo Verde e pretende continuar a investir nos PALOP

A Remax ganhou recentemente o Prémio Excelência no Trabalho 2010/2011. O que significa este prémio para a empresa?
A Remax foi vencedora do Prémio de Excelência no Trabalho na categoria de grande empresa no setor Hotelaria, Imobiliária, Turismo e Lazer. Este prémio tem um grande significado para a RE/MAX, visto ser um reconhecimento exterior das práticas realizadas junto dos seus colaboradores. Este tipo de reconhecimento é muitíssimo prestigiante, já que todos os dias mais de 3.500 pessoas trabalham em Portugal com e para o cliente, na tentativa de o ajudar numa das decisões mais importantes da sua vida: comprar casa. E, se esse trabalho do comercial é um trabalho de excelência, significa que o estamos a fazer bem e isso é o melhor dos reconhecimentos. Na Remax consideramos que os comerciais são muito mais que um número: são pessoas e famílias que contam com o nosso apoio diário para levar a cabo o seu trabalho. Este reconhecimento é deles e continuamos a dar-lhes o nosso, todos os dias.

Quais as principais características da rede que estiveram na origem desta distinção?
O capital humano da empresa e tudo o que a RE/MAX realiza para o valorizar.
Mensalmente são organizadas reuniões de grupo com a rede: num mês com os Agentes e no outro com Brokers (donos de lojas RE/MAX). Estas reuniões servem, principalmente, para motivar e reconhecer o trabalho das pessoas que fazem parte da rede. Numa só Reunião de Grupo de agentes podemos dar mais de 140 diplomas de reconhecimento, por resultados, partilha, utilização das ferramentas ao seu dispor, etc.
Uma vez por ano temos a Convenção Nacional, onde juntamos toda a rede Remax durante três dias, com palestras motivadoras e de oradores de renome do nosso setor. Esta é também a altura em que damos os prémios de reconhecimento do ano aos melhores agentes da rede.
Anualmente é também feita com alguns Brokers uma viagem de reconhecimento pelos resultados do ano. Destinos como Cuba, Dubai ou Egito já foram percorridos pelos melhores Brokers da rede.
Outra característica da rede que valorizou a Remax na entrega destes prémios foi o MAQUINAX, o grande concurso criado para os agentes, no sentido de premiar os resultados de agosto de 2010. Os 200 melhores agentes desse mês tiveram a oportunidade única de conduzir carros como Lamborghini, Ferrari ou Porsche na pista do Autódromo do Estoril.
A Mini-Convenção Remax foi também outro concurso que promovemos dentro da rede, desta feita para agentes que recrutassem outros agentes para fazerem parte da Remax. Os agentes que recrutaram tiveram direito a um fim de semana em Albufeira com a Remax Portugal.

Quais os principais desafios que se colocam à gestão de uma rede com a dimensão da Remax, com mais de três mil colaboradores a nível nacional?
A Remax tem mais de 3.500 colaboradores a nível nacional o que, à partida, dificulta o contacto com todos os que fazem parte da empresa e torna difícil que todos sejam motivados e reconhecidos da mesma maneira. Para preencher esta lacuna no acompanhamento à rede, criaram-se as Reuniões de Grupo. Dividimos a rede em oito grupos distintos, oito diferentes zonas do País. Uma vez por mês, alguns elementos da Remax Portugal percorrem todo o País, para apresentar novidades, campanhas e estratégias bem como premiar os agentes pelo seu trabalho nos meses que antecedem a reunião. Fazemos também estas reuniões para fechar o trimestre.
Para além disso, temos uma equipa especializada de Operações que, diariamente, visita agências de norte a sul com o intuito de dar um apoio personalizado, conhecer os elementos que as compõem e ajudar naquilo que for necessário.

A mediação imobiliária é um setor que tem enfrentando alguns desafios devido à situação económica do País. Quais as principais dificuldades que encontram?
A concessão de crédito tornou-se mais difícil por parte dos bancos, nomeadamente pelo risco do cliente (que pode afetar posteriormente o pagamento das prestações) e os capitais próprios para entrada, já que hoje em dia não são emprestados os 100% do valor do imóvel.

Como enfrentam estas dificuldades e como têm procurado superar os desafios que têm surgido nos últimos anos?
Com muito empenho por parte da Remax Portugal em encontrar as melhores formas para criar motivação e vontade de vencer nos seus colaboradores. As melhores ferramentas e sem dúvida a formação contínua promovida na Escola de Formação da Remax são fatores que fizeram com que a RE/MAX ao contrário de tudo o que fazia crer, crescesse 32% na sua faturação.
Temos ainda a vantagem de contar com a Maxfinance, consultora financeira do grupo, através da qual as agências fazem, para todas as soluções, um processo de pré-qualificação financeira que permite ao cliente ter uma noção exata do seu nível de risco e do montante até ao qual poderá comprar o imóvel.

Quantas unidades têm atualmente?
221 agências espalhadas por todo o País.

Quais os principais objetivos de expansão/crescimento para 2011 a nível nacional?
Em 2011 queremos abrir 25 novas agências com especial incidência nas zonas centro e norte (10 agências).

E, a nível de projetos de internacionalização, quais são os objetivos para este ano?
Em 2010, a Remax Portugal começou a operar em Cabo Verde através de parcerias de negócio com operadores locais. Cabo Verde irá ser a “ponta de lança” da Remax Portugal em África onde os planos de expansão irão privilegiar os países de língua oficial portuguesa, em particular Angola. Prevemos que a nossa internacionalização seja feita nesta base.

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