O que há de novo em franchising

Entre as marcas com que a Negócios & Franchising teve a oportunidade de falar, destacou-se particularmente um setor – são três as redes de cigarros eletrónicos que irão tentar a sua sorte na expansão em território português (Biorette, JWell e Vapeoo). Mais: numa área em que nenhum dos players parece estar disposto a cobrar direitos de entrada, a concorrência para obter os melhores franchisados promete ser forte.

A ausência de direitos de entrada estendeu-se, no entanto, a outras atividades: marcas de mediação imobiliária como a Hall Portugal estão a tentar diferenciar-se com um valor simbólico, cobrando apenas um euro aos novos franchisados. Já a Flormar, empresa de maquilhagem e produtos cosméticos, também apostou em não exigir a tradicional taxa de entrada. Por outro lado, a opção de uma taxa fixa mensal em substituição dos direitos de entrada parece estar a ganhar terreno, como se vê no caso não só da Hall, mas também da rede de serviços de fisioterapia ao domicílio Ensaio Mágico.

Outra tendência que continua a destacar-se é a procura de franchisados que queiram criar o seu próprio emprego, uma alternativa apelativa em tempos de crise e que continua a ser o mote de muitas marcas.

Mas, o mercado pode vir a dinamizar-se ainda mais com o envolvimento de grandes players neste setor. Este é o caso da Sonae, que, apesar dos rumores da sua entrada no universo do franchising com as marcas Well’s e Book.IT, ainda não comunicou oficialmente estes novos conceitos de negócio, como avançou Helder Gomes, da direção de marketing da Sonae MC.

Veja a reportagem completa na edição de abril/maio da revista Negócios & Franchising.