Restauração: quem arrisca, petisca

Quem arrisca, petisca

Novos conceitos a surgir e conceitos antigos a crescer. O setor da restauração em franchising tem sabido acompanhar os tempos: moderniza-se, adere à tecnologia e às redes sociais, e, no final de contas, cresce.

O setor da restauração está a mexer. Entre conceitos novos a aparecer no mercado e outros já testados que continuam a abrir novas unidades e a lançar produtos inovadores, este é um setor que se caracteriza por um enorme dinamismo. “É um setor que está em constante evolução devido ao aumento do turismo no país, que obriga os diferentes players do setor a acompanhar o aumento do fluxo de pessoas, o que fez com que aparecessem mais conceitos e outros que se adaptaram. Há também que referir o crescimento exponencial da street food [comida de rua], que pode vir a mudar hábitos em Portugal”, diz Paulo Freire, um dos sócios da Tomatino, em conjunto com José Miranda.

Criada em janeiro de 2012, a Tomatino conta já com oito unidades no país e é um bom exemplo de um novo conceito made in Portugal, que conjuga um atendimento rápido com pratos saudáveis à base de massa. A cadeia de pasta houses tem tido um crescimento sustentado – em 2015, abriu uma unidade no Maia Shopping, e em 2016 já inaugurou outra, no Nova Arcada, em Braga. Agora, pretende continuar a sua estratégia de expansão através do franchising, tendo como objetivo alargar a implantação da marca ao centro e sul de Portugal. O valor estimado de investimento inicial numa unidade da Tomatino – incluindo os direitos de entrada, mas sem contar com a obra – ronda os 75 mil euros.

Apesar de só estar no mercado há quatro anos, a Tomatino não tem ficado indiferente à evolução tecnológica, outro aspeto que marca o setor da restauração: “Introduzimos os menu boards digitais em 2015, o que permitiu agilizar, modernizar e tornar mais apelativa a comunicação nas lojas da nossa mensagem e ofertas. Também introduzimos uma app de fidelização de clientes, no final de 2015, que está a dar os seus frutos. O objetivo de premiar os clientes está a ser cumprido e as vendas estão a crescer em 2016. Recentemente, aderimos também aos pagamentos por MBWay, o que permite aos clientes efetuarem o pagamento com o seu smartphone sem necessidade de recorrerem a cartões ou dinheiro.” Estas inovações têm contribuído para o crescimento consistente da rede, que Paulo Freire diz estar na casa dos dois dígitos, e a marca quer ainda lançar produtos novos até ao final do ano.

Restauração: quem arrisca, petiscaTambém com origem em Portugal e com um conceito que gira à volta da massa (ainda que diferente do da Tomatino), a Quasi Pronti é, por seu lado, uma marca presente no mercado há vários anos. A primeira unidade da rede foi inaugurada em Aveiro, em 2000, mas neste momento são já dez as Quasi Pronti de norte a sul do país (Coimbra, Lisboa e Albufeira), às quais se juntam mais oito no estrangeiro, nomeadamente na Roménia, onde a marca iniciou a sua internacionalização, em 2008.

De cara lavada

Apesar de não ter aberto novas unidades no ano passado, foi em 2015 que a Quasi Pronti arrancou com o processo de rebranding da marca, que pretende tornar as suas lojas mais modernas e, consequentemente, aumentar as vendas. “Acabámos de fazer o rebranding da marca, valorizando os nossos diferenciais competitivos: comida saudável, sabores mediterrânicos e sustentabilidade”, disse o CEO da rede, António Relva.

Este processo de atualização da identidade faz parte da estratégia para 2016, já que a Quasi Pronti quer inaugurar mais quatro ou cinco restaurantes até ao final do ano. O objetivo para este ano é, por isso, consolidar a rede e estender o rebranding a todas as suas lojas, mas também abrir mais unidades em franchising tanto em centros comerciais, como na rua. Estas terão dimensões mais compactas (25m2 a 35m2), mas que permitirão maior funcionalidade.

António Relva diz que tal vitalidade de uma marca já conhecida no mercado resulta de vários aspetos: da profissionalização do corpo executivo da empresa; do próprio processo de rebranding, que melhorou a imagem da marca; da boa aceitação por parte dos consumidores, da melhoria do poder aquisitivo dos portugueses, do binómio preço-qualidade oferecido pela Quasi Pronti e também por uma certa diferenciação da sua oferta.

Na verdade, tal como outras marcas, a Quasi Pronti nunca deixou de inovar ou de introduzir novos produtos, desde novos ingredientes, passando pelo lançamento de pizzas rápidas, feitas à frente do cliente, como é seu apanágio. Aliás, a marca orgulha-se de ter sido pioneira na introdução do show cooking nas praças de restauração dos centros comerciais. Outra inovação apontada pelo CEO é a presença da marca nas redes sociais, que ajuda a criar empatia e a informar o cliente sobre as ofertas disponíveis. “O país tem uma dimensão pequena, mas os consumidores aderem a novidades. Não fosse a forte crise no setor, causada pelo aumento drástico de impostos (principalmente o IVA), e poderiam existir mais marcas portuguesas a competir com os players internacionais”, garante.

 Restauração é negócio sensível

Apesar de também apontar o aumento do IVA como uma das suas principais dificuldades, uma das marcas portuguesas que já conseguiu chegar à internacionalização é a algarvia Burger Ranch. Criada em 1992 por João Lucas na Praia da Rocha, a cadeia de hambúrgueres abriu a sua primeira loja em Angola no ano passado, onde já conta com duas unidades, bem como outra na Arábia Saudita.

Em território nacional, a marca conta com 28 unidades, e pretende abrir mais quatro até ao final do ano com a ajuda de parcerias com marcas nacionais, como explica Maria João Sousa, diretora de gestão da Burger Ranch. O crescimento contínuo da marca deve-se, acrescenta a responsável, “ao empenho e dedicação de todos os intervenientes”.

Afinal, como diz Maria João Sousa, “a restauração é difícil e vive muito de pormenores. É um negócio muito sensível. Ocupa muito tempo e requer muita dedicação, muito trabalho e espírito de sacrifício”. Os potenciais franchisados que se enquadrem neste espírito terão de desembolsar entre 75 mil a 250 mil euros para a abertura de uma unidade Burger Ranch, consoante a localização da mesma.

Estes pormenores “sensíveis” foram aperfeiçoados ao longo dos mais de 20 anos de existência da marca, desde o desenvolvimento do logótipo até à modernização da sua imagem e lojas. “[A marca] diferencia-se da concorrência pelo tamanho, preço e frescura dos ingredientes dos hambúrgueres”, diz a responsável, acrescentando que a Burger Ranch serve na verdade hambúrgueres slow-food mas com preços e com a rapidez da fast-food. Tal como referido por outras empresas, a Burger Ranch apostou ainda nas redes sociais para se divulgar, algo que a responsável diz ser uma consequência de um mundo cada vez mais informatizado. “Também houve uma evolução significativa dos menus e a introdução de novos artigos: wraps, saladas, sopas, seguindo assim a exigência e as necessidades de um mercado cada vez mais exigente.”

Inevitável neste setor é também mencionar o aparecimento de conceitos-tendência, como as hamburguerias de bairro e as hamburguerias gourmet. Para Jorge Freitas, da hamburgueria gourmet Alta Burguesia, “a criatividade na comida não é uma moda, é sim uma necessidade permanente que o ser humano tem de se reinventar”. E diz que o mercado irá fazer a sua própria seleção: “Com o tempo, algumas marcas desaparecerão por não terem os requisitos que o mercado pretende e exige aos empreendedores, mas isso é o natural percurso de qualquer marca.” Por outro lado, António Oliveira Martins, gestor de franchising da McDonald’s, desvaloriza um pouco o fenómeno, dizendo que resulta do “atual contexto socioeconómico”.

O que é certo é que, neste momento, o mercado parece ter capacidade suficiente para alimentar ambos os fenómenos. Criada há apenas três anos, e com três unidades em Braga, Porto e Leiria, a Alta Burguesia é o resultado das várias viagens pelo estrangeiro do chefe Francisco Carvalho. “A junção de vários ingredientes de culinária nada comuns na elaboração do hambúrguer tornaram desde cedo o conceito bem aceite pelos clientes”, assegura Jorge Freitas. Tanto, na verdade, que a marca está já a negociar a sua internacionalização e tem planos para abrir mais duas unidades em agosto, em Lisboa e Matosinhos. A abertura de uma loja na capital vai marcar o 2016 da Alta Burguesia, já que, como explica o responsável, apenas poderão ser inauguradas três hamburguerias em Lisboa, assim como no Porto. “Nas restantes localidades, apenas uma por concelho. Estamos assim a proteger o negócio de cada um dos nossos franchisados com estas limitações de zonas exclusivas.”

A marca, que resolveu expandir-se em regime de franchising por considerar que esta é a forma mais “protegida” de crescer, está ainda a negociar com franchisados de todo o país, desde a Madeira e Açores, passando por Faro. “O nosso conceito convive muito bem com zonas urbanas históricas ou não históricas, privilegiando sempre aglomerados urbanos, pois o ADN da empresa é urbano-moderno”, diz Jorge Freitas. Cada franchisado irá investir cerca de 40 mil euros para a abertura de uma unidade Alta Burguesia, e terá de se familiarizar com as inovações da marca, como o arroz colorido ou os elementos de gastronomia molecular, como a salada.

 Notoriedade ajuda

Além disso, este conceito recente contou ainda com um “empurrãozinho” do seu proprietário, o chefe Francisco Carvalho, que editou em fevereiro o livro Hambúrgueres Gourmet à Alta Burguesia pela editora Nexo Literário. “Sem qualquer sombra de dúvida que o interesse aumentou a partir do livro, os pedidos de informação sobre a marca aumentaram. Até no Brasil tem havido contactos para levar a marca além Atlântico.”

No outro lado do espectro está a McDonald’s, o famoso conceito norte-americano que entrou em Portugal em 1991, e que já conta com 150 restaurantes no nosso país, cinco dos quais inaugurados no ano passado. Só em 2016, a marca já inaugurou três unidades na Grande Lisboa, incluindo o “polémico” restaurante que abriu portas no Chiado.

“Queremos continuar a expandir a marca para novos locais, bem como a reforçar nos distritos onde a marca já está presente, pelo que estamos à procura de pessoas que preencham o perfil de franquiados. Neste momento, estamos a analisar candidaturas”, explica o gestor de franchising da marca, António Oliveira Martins.

O interesse constante pela McDonald’s advém, obviamente, do enorme retorno financeiro associado à marca. No entanto, a McDonald’s acaba também por ser uma das redes mais seletivas a nível de franchising, muito em parte pelo elevado valor que a abertura de um dos restaurantes da marca implica: o investimento inicial pode variar entre os 600 mil e um milhão de euros, sendo que o investidor deverá ter pelo menos 30% deste valor como capital próprio. É por isso que António Oliveira Martins salienta que a atividade constante da marca e a sua solidez se devem aos franchisados, pela “sua experiência, dedicação exclusiva ao negócio, inovação e enorme disponibilidade para investirem e desenvolverem a marca”.

Indubitavelmente inovadora – foi a rede que popularizou o drive-in em Portugal – a McDonald’s tem contado com a ajuda de diversos serviços diferenciadores para manter a sua clientela interessada, como o já mencionado McDrive, o pagamento com Via Verde, as caixas de pagamento automático, os tablets à disposição dos clientes, o Wi-Fi gratuito e as mesas interativas que tanto apelam às crianças. Quanto à comida propriamente dita, António Oliveira Martins diz que, para além de inovar com a introdução de novos produtos, a marca quer também ser localmente relevante, daí a introdução de produtos com um sabor português, como a McBifana, o McPrego ou os Sundaes Origens de Pera Rocha do Oeste ou de Ananás de São Miguel. “A McDonald’s foi capaz de, ano após ano, criar diferenciação aos olhos dos consumidores. Um restaurante McDonald’s é hoje um espaço único que pretende oferecer aos portugueses não só uma refeição, mas uma experiência diferenciadora a um preço acessível.”

 Pizzas não saem de moda

Passando dos hambúrgueres para as pizzas, um dos novos conceitos que acaba de chegar ao mercado português é a KAP – Le Kiosque à Pizzas. A rede francesa foi fundada em 2004 por quatro sócios, que contam com mais de 15 anos de experiência na área da restauração, e, segundo Isabel Barros, responsável pela expansão em Portugal, “desenvolve-se como uma marca de franchising, mas sem os seus inconvenientes, pois não se pagam direitos de entrada, nem royalties e taxa de publicidade”. É sim assinado um contrato de licença de uso da marca e de fornecimento exclusivo de mercadorias durante cinco anos.

Depois da abertura do seu 336º quiosque em França (neste momento são já 350), a marca resolveu expandir-se para Portugal e Espanha, sendo lançada em março no país vizinho, e no final de junho em Portugal, na Expo Franchise. “O sucesso do conceito está baseado no reduzido custo, na facilidade de implementação e, essencialmente, na qualidade do produto oferecido ao cliente”, diz Isabel Barros.

Segundo a responsável, o setor da restauração em franchising é competitivo, mas a marca não deverá ter dificuldades em implementar-se no mercado: “A venda de pizzas take away é uma atividade extremamente regular durante todo o ano. As pizzas vendem-se a preços muito competitivos, mas, acima de tudo, é o seu sabor e a sua qualidade que fidelizam os clientes.” E acrescenta: “Os resultados estão à altura do conceito: durante os cinco primeiros anos, um ponto de venda em França atinge um crescimento de dois dígitos no seu volume de negócios.”

Adepta do crescimento sustentado, a marca quer consolidar a sua presença em França em 2016, e iniciar a expansão na Península Ibérica, abrindo, até ao final do ano, pelo menos uma unidade em cada país. O investimento inicial para a abertura de um quiosque da Le Kiosque à Pizzas ronda os 120 mil euros.

Um conceito de pizzas mais antigo em Portugal é o da Presto Pizza, que surgiu como um pequeno espaço de entregas ao domicílio e take away em 2001, em Matosinhos. Este primeiro espaço, que foi mais tarde transformado num restaurante, tem já a companhia de mais seis restaurantes da marca, todos na zona do Grande Porto. Apesar da sua história mais antiga, a Presto Pizza iniciou a expansão em franchising recentemente, com o objetivo de chegar a todos os distritos nacionais. A primeira unidade franchisada da marca vai abrir em meados de julho, no Porto, mas estão já previstas duas outras aberturas até ao final do ano. Cada franchisado vai realizar um investimento que se situa entre os 550 e os 1000 euros por metro quadrado, consoante opte apenas por um take away ou por um restaurante com sala de refeições.

Para o responsável da marca, Nuno Maya, grande parte do sucesso da Presto, e da sua consequente expansão em franchising, advém das solicitações de clientes e parceiros, mas também da sustentabilidade do conceito: “A Presto Pizza mantém-se fiel às suas origens. As nossas receitas foram trazidas por um chefe italiano, garantindo assim o verdadeiro sabor de Itália. A qualidade e sabor tradicional das nossas pizzas faz sucesso entre os nossos clientes, permitindo-nos crescer de forma sustentada ao longo dos últimos 15 anos.” Analisando o setor da restauração, o responsável aponta que a sustentabilidade deve ser, exatamente, o foco dos operadores, já que o mercado continua muito dinâmico.

 Antigas mas em franchising

Uma marca sustentável e que resolveu apostar no franchising há dois anos é, sem dúvida, a Portugália Cervejaria. A primeira unidade deste nome bem conhecido surgiu na década de 1920, num anexo à Fábrica de Cervejas Portugália, na Avenida Almirante Reis, em Lisboa. Quase 70 anos depois, já na década de 1990, a Portugália expande-se a outras zonas da cidade, como Belém e o Cais do Sodré. Em 2005, nasce o conceito Portugália Balcão, que ajudou a rede a crescer pelo país não só com lojas próprias, mas também franchisadas. A primeira loja em regime de franchising surge exatamente no Centro Comercial Dolce Vita Coimbra, em 2014, como forma de “reafirmar o posicionamento em todo o território nacional”, explica Richard Soares, do departamento internacional e de franchise da Portugália. Desde então, já surgiram mais duas, na Covilhã e em Albufeira. “Fizemos um primeiro teste com a Portugália Balcão de Coimbra, os resultados foram bastante positivos e por isso o franchising passou a ser um objetivo estratégico do grupo”, salienta Soares. A marca, que terminou recentemente um processo de certificação para assegurar a sua qualidade enquanto franchisadora, conta neste momento com 11 cervejarias (dez em Portugal e uma na Ásia) e 17 Portugálias Balcão. No ano passado, remodelou ainda a sua unidade mais antiga, a casa mãe, na Almirante Reis, bem como os restaurantes dos centros comerciais Colombo, em Lisboa, e Alegro, em Alfragide.

Portugália Balcão - Infofranchising“Neste momento, um dos nossos grandes objetivos é conseguir chegar ao público mais jovem e, por isso, há já dois anos que a nossa Loja Móvel Portugália tem estado presente nos principais festivais de verão. Por outro lado, dado o nosso crescimento de negócio, não só dentro como fora de portas (com a abertura de novas lojas em regime de franchising), estamos também focados nas principais feiras de franchising, que, estamos certos, nos trazem excelentes oportunidades de crescimento a curto ou a médio prazo.”

Considerando que o ramo da restauração em franchising contou com a entrada de novos players que só vieram fortalecer o mercado, Richard Soares acrescenta que a marca tem inovado ao longo dos anos com a introdução de pratos mais saudáveis (como o bife de frango) e também com a sua entrada no mundo tecnológico. Tal como outras cadeias, a rede de cervejarias conta com a sua própria app, que permite aos clientes ter desconto direto em refeições.

Por outro lado, apesar deste dinamismo do mercado, o responsável destaca ainda como dificuldade o aumento do IVA, garantindo que os portugueses ganharam novos hábitos de consumo em resposta ao aumento dos preços: “Os almoços e jantares em restaurantes ficaram, cada vez mais, para segundo plano, enquanto os programas de culinária ganharam lugar de destaque nas casas portuguesas, incentivando os consumidores a confecionar a sua própria refeição.”

Ainda assim, a estratégia da marca para 2016 é de expansão, à semelhança de um nome recente no mercado, mas que já conta com quatro unidades no país – a Shrimp House.

A rede é a cara portuguesa da marca brasileira Vivenda do Camarão, que conta com cerca de 180 lojas espalhadas entre o Brasil e o Paraguai. O conceito é simples: tornar o marisco e, nomeadamente, o camarão, num produto mais acessível ao grande público, mas sem comprometer a qualidade. A expansão da marca em franchising iniciou-se ainda este ano e vai ocorrer maioritariamente nos centros comerciais. Para tal, a marca assegurou parcerias com consultoras imobiliárias para encontrar os melhores espaços, tanto em Portugal como no Médio Oriente e África. “Em carteira já temos franchisados interessados em localizações como o Porto e região norte e centro (Braga, Guimarães, Aveiro, Coimbra, Viseu e Leiria), além da Grande Lisboa e arredores, como Cascais, Setúbal e em Faro, no Algarve”, assegura João Carvalho, diretor geral da marca. O investimento numa unidade da marca pode variar entre os 130 mil e os 180 mil euros. Tais valores são, à semelhança dos praticados na restante indústria da restauração, algo elevados. Mas, num setor que está tão dinâmico como este, quem arrisca bem que pode petiscar.

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