Entrevista a Paulo Pedro, Franchisado Soluções Ideais Aveiro

Foi há sensivelmente quatro anos e meio que Paulo Pedro iniciou uma nova e diferente fase na sua carreira, depois de quase uma vida dedicada ao ensino. Tudo fruto de uma feliz coincidência, ainda que os mais otimistas lhe possa chamar, coisas do destino. Falamos, naturalmente, da entrada no grupo Soluções Ideais, através do franchisado de Aveiro, num projeto que por ser sucesso, foi renovado pelo igual período de quatro anos. As razões, essas, poderiam ser óbvias, mas vão muito além disso.

 

Em breves palavras, qual o seu percurso profissional até abrir a Soluções Ideais em Aveiro?

Tirei Engenharia Eletrotécnica em Coimbra, no ISEC e depois fui dar aulas de Educação Tecnológica. A minha primeira colocação foi na Gafanha da Encarnação, sendo essa a minha ligação original à região de Aveiro, dado que sou natural da Figueira da Foz. A minha profissão, independentemente do sítio, sempre foi essa, a de professor.

Como surgiu, então, a ligação ao grupo Soluções Ideais?

Foi através de uma reunião entre mim e o meu sócio com o diretor geral da Soluções Ideais, Rui Guedes, em que o objectivo era de compreender as necessidades e disponibilidade da Soluções Ideais em nos acolher como parceiros de prestação de serviços. Nessa conversa, falou-se na ideia que ele tinha de expandir a SI a nível nacional, e aquilo que ficou em nós. O ensino estava a ficar mais complicado porque apesar de estar a dar aulas, era sempre uma preocupação saber se seria ou não colocado.

Até que chegou o dia…

Sim, mas acabou por ser uma decisão fácil de tomar. Sentimos, desde o início, que nunca estaríamos sozinhos e que teríamos sempre um acompanhamento de proximidade, através do Rui e, sobretudo, da Sara Guedes, a responsável pela expansão do grupo.

E porquê Aveiro?

Já cá tinha estado a trabalhar na região e percebido todo o potencial da cidade e dos concelhos que a circundam. É uma cidade jovem, com todas as condições de se ter uma vida de qualidade e que tem uma universidade de topo. Sentimos, desde o início, que para abrir uma agência da SI, que Aveiro seria o local ideal.

Como tem sido estes quatro anos e meio?

Os primeiros anos foram de altos e baixos, como seria expectável. Por vários motivos. Primeiro pela nossa natural inexperiência de trabalhar no ramo. Depois porque chegámos a uma cidade com muitas imobiliárias e agências que já cá estavam a trabalhar. E, por último, porque optámos desde sempre por ser diferenciadores, ou seja, nunca quisemos ter uma carteira extensa de opções só por ter. A nossa escolha foi por ser para os nossos clientes aquilo que a casa mãe da SI era para nós: Próxima e sempre disponível.

Como é que foi possível, então, sobreviver aos primeiros anos. O mercado não era o que é hoje…

Pelo extraordinário apoio do Rui e da Sara Guedes. Não é de cor esta política da empresa. A SI não diz que vai ser assim e depois não é. É mesmo um acompanhamento sempre presente, sempre próximo. Sentimos que se não tivéssemos tido uma presença constante, sobretudo da Sara, nos primeiros anos, que podíamos não ter tido sucesso. Foram e são inexcedíveis no acompanhamento, aconselhando, ajudando e tirando todas as nossas dúvidas. A partir do momento em que sabes que não estás sozinho, independentemente das dificuldades, sabes que tens sempre condições para ter sucesso.

Daí a renovação do Franchisado?

Sim, naturalmente. A política que escolhemos, de termos sempre um atendimento próximo e personalizado, deu resultado. Felizmente que agora passamos, todos, uma boa fase, mas a nossa aconteceu porque cada cliente nosso sente-se como único, pelo acompanhamento que lhe damos diariamente. E depois, e isto é fundamental, sentimos que na SI fazemos parte de uma família, que se reúne várias vezes por ano, e que tem uma dinâmica muito própria que nos faz sentir como se estivéssemos em casa, entre os nossos. E esse sentimento é imbatível!

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