BICMINHO prepara empresários para concorrer aos apoios do Portugal 2020

A BICMINHO, instituição sem fins lucrativos certificada pela UE para a promoção do Empreendedorismo e da Inovação, está a capacitar empresários para saberem interpretar e retirar o máximo partido dos sistemas de incentivo disponíveis para empresas. Para isso, a associação tem em curso um roadshow de workshops práticos em que apresenta os novos sistemas de incentivos disponíveis para o acesso aos fundos comunitários do Portugal 2020. 

O primeiro workshop realizou-se no passado dia 18 de março, no Avepark, em Guimarães, e deu a conhecer dados como as condições de elegibilidade e os apoios máximos no Sistema de Incentivos ao Investimento Empresarial Inovador e Qualificado, no Sistema de Incentivos ao Investimento em Qualificação e Internacionalização das PME, no Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico, no Sistemas de Incentivos de Apoio a Projetos na Agricultura, Produção Animal e Floresta, no Comércio Investe, no Sistema de Apoio às Ações Coletivas e no Sistema de Apoio à Modernização Administrativa.

A iniciativa contou com a presença de Alexandre Almeida, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), que abordou as principais oportunidades de cofinanciamento do novo quadro comunitário, destacando a estratégia de especialização inteligente.

Estes fundos têm, na sua opinião, que ser devidamente aproveitados pelas empresas para promover a economia do país. “Temos de reverter a situação e criar emprego em Portugal. Fazer crescer a economia portuguesa!”, defendeu.

 Ao todo são cerca de 25 mil milhões de euros que podem ser injetados na economia portuguesa até 2020, para apoio a particulares e empresas privadas ou públicas, dos quais 4,4 mil milhões para projetos de reforço da competitividade e de internacionalização, 2,13 mil milhões para projetos de inclusão social e emprego, 3,1 mil milhões para o desenvolvimento e formação de capital humano, 2,5 mil milhões para projetos de sustentabilidade e eficiência na utilização de recursos e 3,6 mil milhões para o desenvolvimento rural.