Bloem, um negócio em flor

O nome é inspirado no país das tulipas. Bloem significa flor em holandês e o arranque de um novo projeto da Be Business. A cadeia de floristas abriu a unidade-piloto na Av. de Roma em Lisboa e desenhou um plano de negócio para atingir as 100 lojas em todo o País.

/images/textoimagens/fullsize/3232.jpg  O nome é inspirado no país das tulipas. Bloem significa flor em holandês e o arranque de um novo projeto da Be Business. A cadeia de floristas abriu a unidade-piloto na Av. de Roma em Lisboa e desenhou um plano de negócio para atingir as 100 lojas em todo o País.

2011 marca o arranque de uma nova estratégia da Be Business, empresa detentora da rede de mediação imobiliária Square, para o mercado português. A Bloem é um dos novos projeto da empresa e conta com uma rede de parceiros (Florextra, Red Lands Roses e Tutiflor) para garantir a distribuição de flores frescas em toda a rede de lojas. João Cunha, administrador da Be Business, revela que estes fornecedores “asseguram à Bloem uma cadeia de operações, ao nível do fornecimento do produto, com um nível de serviço total”.

Aos franchisados, a Bloem garante uma central de operações integrada responsável pelas compras no mercado nacional e estrangeiro. O objetivo é fornecer ao franchisado produtos frescos ao melhor preço com entrega diária na loja.

Um mercado a modernizar

A entrada em Portugal de cadeias de floristas em franchising através de marcas oriundas de França, um país maduro nesta área de negócio, trouxe uma nova realidade ao mercado nacional. A oferta deixou de estar detida a 100% nas mãos de distribuidores independentes. “Hoje assistimos a uma alteração deste modelo de negócio. Podemos afirmar que, à semelhança do que se passou noutros setores de retalho, como por exemplo o mass market, iniciou-se um processo de concentração dos operadores”, explica João Cunha.

Para além das sinergias proporcionadas pelas economias de escalas de uma central de compras, a Bloem distingue-se pela criação de um espaço que é mais do que uma loja de flores. O marketing do ponto de venda passa pela organização de workshops temáticos, sessões de degustação de flor de chá, consulta livre e venda de livros de flores.

Abrir uma florista Bloem

Procuram pessoas que aliem o gosto por flores ao espírito empresarial e consideram a reconversão de floristas uma oportunidade igualmente interessante para a marca.

As lojas devem ter equipas de três pessoas e estar localizadas em zonas urbanas e com um passeio que permita a exposição dos produtos.

O investimento inicial de 50 mil euros inclui o direito de entrada, o equipamento necessário para a operação da loja, software e hardware. João Cunha destaca ainda a vantagem do sistema de software de gestão permitir um controle online do negócio. O administrador da Be Business estima que o retorno do investimento seja de dois anos após o arranque da loja.

O franchisado pode contar com apoio na criação do negócio, acompanhamento nos processos legais, assessoria na escolha e negociação do espaço para a loja, desenvolvimento do layout e acompanhamento da obra, seleção e recrutamento da equipa, plano de formação integrado (técnica, comportamental e comercial), entrega de manuais de operações e marketing, estágio nas lojas Bloem, logística, supervisão de rede na área comercial e técnica. ISA AMARAL

 

FONTE: NEGÓCIOS & FRANCHISING

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