Casa Viva quer construir e remodelar com qualidade

Fundada em 2010, a Casa Viva começou a operar em regime de franchising no final de 2012. A marca apresenta quatro modelos de negócio: loja, corner, agente e duplo agente.

Com unidades em Lisboa, Vila Nova de Gaia, Portimão e margem sul do Tejo, a Casa Viva é uma empresa de gestão de obras e remodelações que se distingue não só pela sua abordagem técnica, mas também pelo software que utiliza e que, segundo o diretor geral da marca, Guilherme Paiva, “permite triplicar o número de obras seguidas e quadruplicar a faturação”.

Enquanto gestora de obras, a Casa Viva tem uma função de intermediária, não havendo qualquer custo para o cliente. É sim elaborado um mapa de quantidades da obra, cujo custo é depois dividido por todos os parceiros que concorram à execução da mesma. “Não somos uma construtora, logo não temos as obrigações e encargos que estas têm. O risco associado é muito mais baixo”, sublinha o diretor.

Expansão ibérica

A marca disponibiliza quatro modalidades de franchising – loja, corner, agente e duplo agente – que se adequam a várias áreas geográficas consoante o número de habitantes e a quantidade de edificado da zona. Assim, apesar de ter como meta atingir os 14 franchisados em Portugal e os 10 em Espanha até ao final de 2013, a empresa não tem nenhuma zona preferencial de expansão, pelo menos em Portugal. “Todo o edificado português encontra-se em avançado nível de deterioração pelo que não privilegiamos nenhuma zona no mercado português.”

Já em Espanha, onde abriu uma loja em abril de 2012 na capital madrilena, a Casa Viva quer expandir-se em 2013 em torno das três maiores cidades do país vizinho: Madrid, Barcelona e Valência.

Com um break even que pode ser atingido a partir dos quatro meses, dependendo da modalidade, a empresa segmentou o perfil de franchisado pretendido de acordo com cada um dos seus regimes. Por exemplo, enquanto as modalidades de agente (acesso a uma conta de exploração) e duplo agente (acesso a duas contas) são destinadas unicamente a arquitetos, engenheiros civis, designers de interiores e orçamentistas, a loja corner destina-se a quem já tenha instalações e colaboradores, como ateliers de arquitetura, lojas de materiais ou construtoras, e queira complementar o negócio que tem com o modelo Casa Viva. Por fim, “a modalidade loja é para qualquer investidor que seja proativo e tenha boas capacidades de gestão”.

No investimento inicial estão incluídos não só a formação, mas também a assistência e assessoria, marketing e apoio à abertura física da loja, entre outros. 

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