Pérolas da História: venda de metais preciosos em franchising low cost

Entra no negócio dos milhões apenas com alguns tostões é a proposta da Pérolas da História, que nasceu em junho de 2011 e se dedica à comercialização de metais preciosos – ouro, prata e platina.

A marca conta já com 19 agências próprias, mas Adélio Silva e João Paulo Matos, os sócios-fundadores, decidiram avançar com um projeto de franchising, convictos de que, na atual conjuntura, este segmento é “uma oportunidade de negócio”. A presença na última edição da Expofranchise em Lisboa já deu fruto, com três contratos de franchising fechados e cinco em fase de estudo.

“Temos como objetivo fechar o ano com agências próprias e 20 em regime de franchising”, explicou João Paulo Matos.

Numa altura em que se multiplicam as lojas de compra e venda de ouro, a Pérolas da História apresenta um conceito “inovador e único” a nível nacional e internacional. Num mesmo espaço, e além dos metais preciosos, a Pérola institui três outros negócios: a compra de arte (pintura e escultura), de antiguidades (mobiliário e artigos decorativos) e o colecionismo (moedas, relógios, veículos clássicos, etc).

No que aos metais precioso diz respeito, os objetos adquiridos pela marca são reciclados e transformados em matéria-prima destinada aos artesãos ou em barras para investidores. Um segmento de mercado de procura crescente, atendendo à instabilidade monetária e às elevadas cotações do ouro.

Pequenas lojas

Pequenas lojas nas principais artérias comerciais da cidade são o que a marca procura, já que, salienta João Paulo Matos, “a localização é um dos grandes trunfos para que haja um rápido reconhecimento e para que o sucesso seja garantido com o equivalente retorno”.

O investimento varia entre os €4 500 e os cinco mil, mais IVA. A diferença no custo prende-se com as duas formas possíveis de estar no negócio: Se é o franchisador que assume a compra do ouro – cobra 9% sobre a cotação oficial do ouro – ou se o franchisado o vende diretamente. Neste caso, há um fee mensal de €200 para marketing e publicidade, além de 2% do valor da cotação do ouro.

Formação a nível teórico e prático, designadamente a nível de derretimento do ouro e em termos comerciais e de prevenção para assaltos são asseguradas aos parceiros logo desde início. Isto, para além, do apoio na constituição e registo da empresa, nos protocolos com a contrastaria e Polícia Judiciária, etc.

Quanto ao retorno do investimento, João Paulo Matos assegura que, por ser low cost, “permite ao franchisado um ponto de equilíbrio a partir do primeiro trimestre”.

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