A RE/MAX Portugal iniciou 2026 com resultados históricos, alcançando um volume de preços superior a 2,03 mil milhões de euros no primeiro trimestre do ano. O valor representa um crescimento de 3% face ao mesmo período de 2025 e confirma a capacidade da rede para continuar a crescer num mercado marcado pela elevada procura e pela escassez de oferta habitacional.
Segundo a imobiliária, este foi o melhor primeiro trimestre da sua história em Portugal, resultado de uma estratégia assente no reforço da rede de agências, no aumento das equipas comerciais e na aposta contínua na formação dos consultores.
Os portugueses continuam a liderar a procura imobiliária, sendo responsáveis por 78% das transações realizadas pela rede, tanto no segmento de compra e venda como no arrendamento. Ainda assim, os clientes internacionais continuam a desempenhar um papel relevante. Os brasileiros reforçaram a sua presença no mercado, aumentando o peso das transações de 6,2% para 7,3% face ao período homólogo. No total, a RE/MAX realizou negócios com clientes de 91 nacionalidades diferentes durante os primeiros três meses do ano.
Lisboa mantém-se como o principal mercado da rede, concentrando 33% das transações realizadas no trimestre. Seguem-se os distritos do Porto (13,1%), Setúbal (9,9%), Braga (7,4%), Aveiro (5,2%), Coimbra (4,8%), Santarém (4,7%), Faro (4,3%), Leiria (4%) e Viseu (3,1%).
Entre os destaques do período está o desempenho de Aveiro, que subiu para a quinta posição no ranking nacional, ultrapassando Coimbra e registando o maior crescimento entre os distritos analisados.
Ao nível dos concelhos, o ranking manteve-se relativamente estável, embora Vila Nova de Gaia tenha ganho relevância, subindo para a terceira posição nacional. Em sentido inverso, o concelho do Porto perdeu algumas posições relativamente ao mesmo período do ano anterior.
No que respeita aos tipos de imóveis mais procurados, os apartamentos continuam a dominar claramente o mercado, representando cerca de 57% das transações efetuadas pela rede. As moradias surgem em segundo lugar, com aproximadamente 25%.
Entre os apartamentos, as tipologias T2 continuam a liderar as preferências dos compradores, representando 46% das transações, seguidas pelos T3 (30%) e T1 (17%). Nas moradias, os imóveis T3 destacam-se com 40% das operações, seguidos pelos T2 (24%) e T4 (19%).
A força da rede continua também a refletir-se na sua estrutura operacional. No final do primeiro trimestre, a RE/MAX contava com 11.600 consultores e elementos da equipa comercial distribuídos por 424 agências em todo o país. Durante este período, foram ainda ministradas mais de 700 horas de formação, reforçando a qualificação dos profissionais da rede.
A RE/MAX Portugal é uma marca associada da APF – Associação Portuguesa de Franchising.
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