Como contar a história do franchising em Portugal e não falar em números? Ou então em pessoas, em sonhos, em mudanças concretas? Parece impossível. Porque franchising é mais do que um modelo: é um traço da própria paisagem económica do país.
Talvez muita gente não perceba, num primeiro olhar, mas a cada esquina está um negócio de franchising. Uma pastelaria famosa, uma loja de conveniência, uma padaria, uma clínica. O franchising chega a quase todos. E Portugal, nos últimos anos, encontrou nesse modelo um crescimento surpreendente.
Os números por trás do franchising
Há pouco tempo, os dados de 2023 apareceram e o impacto quase salta do papel: o franchising atingiu um volume de negócios de 22 mil milhões de euros, representando 8,3% do PIB nacional. Isso é mais do que um crescimento — é quase uma transformação. Se olharmos para trás, em 2022, eram “apenas” 7,23% do PIB, e o setor já empregava 161 mil pessoas (dados de negócios em franchising em Portugal).
E não para por aí. Segundo Cristina Matos, da Associação Portuguesa de Franchising, esse avanço “tem um impacto significativo na economia nacional, reforçando o consumo interno e impulsionando o PIB, especialmente nas áreas de turismo e comércio”.
Esta ideia torna-se ainda mais clara ao saber que as marcas de franchising aumentaram 4,6% em apenas um ano, sendo agora 542 marcas ativas, algo bem expressivo para um mercado como o nosso (crescimento do franchising na economia portuguesa).
Franchising: uma porta aberta ao empreendedorismo
Quem já percorreu o infofranchising.pt sabe – não existe apenas um perfil para quem entra no franchising. Sim, há investidores com capital robusto, mas há também quem procura o primeiro negócio, procurando segurança num modelo já testado. É como se o franchising fosse uma ponte: liga sonhos e realidades de empreendedores a estruturas e saberes de marcas estabilizadas.
- Facilidade de acesso: Muitos portugueses encontram no franchising uma forma de iniciar um negócio próprio, mas sem o risco de começar do zero.
- Baixa taxa de insucesso: O apoio da marca, formação e acompanhamento, tornam as quedas menos frequentes.
- Variedade de setores: Desde alimentação até hotelaria, passando por serviços, saúde e educação.
Basta um breve passeio pelo Infofranchising para sentir a multiplicidade de opções, adaptadas tanto a pequenos investidores quanto aos empresários com projetos mais ambiciosos.
Impacto no emprego e inclusão regional
O franchising não existe apenas nas grandes cidades. Aliás, esse modelo é, muitas vezes, a melhor forma de levar marcas e serviços para o interior do país, criando empregos onde antes havia poucas opções.
Em 2023, 185.423 postos de trabalho dependiam diretamente do franchising (franchising e criação de empregos). Isso significa, para além das estatísticas, famílias com oportunidades novas, cidades mais vivas, talentos que permanecem nas suas regiões.
Estruturar negócios locais é desenvolver Portugal inteiro.
Resiliência em tempos de crise
Poucos setores mostraram tanta resiliência durante a pandemia como o franchising. Se em 2019 o volume de negócios era de 12 mil milhões, em 2022 subiu para 17 mil milhões — um crescimento de quase 40% (crescimento pós-pandemia do franchising).
Enquanto muitos negócios se retraíram, o franchising adaptou-se: ajustou cardápios, investiu em tecnologia, reforçou entregas e, sobretudo, não parou. Essa adaptabilidade está ligada à forma como as franquisas partilham soluções entre si, trocando experiências de norte a sul do país.
Turismo e comércio: grandes motores do franchising
Portugal tem vocação para turismo e comércio – basta ver as multidões em Lisboa, Porto, Algarve ou até cidades médias. O franchising tira partido desse movimento, ocupando espaços em centros históricos, aeroportos, comboios… e sempre com uma oferta padronizada, segura, confiável.
Esses setores absorvem, sozinhos, grande parte do crescimento. Não é raro ouvir de um comerciante: “abrir uma franquia de hotelaria ou restauração foi o que me permitiu atravessar crises e manter o negócio sustentável”.
Vemos que muitos desses exemplos estão no Infofranchising e, de certa forma, ilustram as escolhas dos empreendedores portugueses nos últimos anos.
Internacionalização e reforço da marca Portugal
Há uma tendência crescente de marcas portuguesas ganharem espaço além-fronteiras. Franchising é também estratégia de internacionalização. Um restaurante, uma loja, um serviço nacional pode hoje ter replicações em Espanha, França, lusofonia africana e países de imigração portuguesa, levando consigo o sabor, a tradição, o modelo empresarial de Portugal.
E aqui há um ciclo vicioso — quanto mais sucesso têm essas marcas fora, mais força ganham cá dentro. O valor nacional reforça-se. O próprio Brasil, muitas vezes, é palco de histórias de franchise portuguesas que regressam enriquecidas em experiências e contactos.
Competitividade e inovação
Franchising pressiona e desafia os negócios a evoluir — novas soluções, novos produtos, melhor serviço. Talvez por isso as marcas estrangeiras também escolham o mercado português para expandir.
- Os consumidores ganham, pois recebem mais oferta, melhores preços e atendimento padronizado.
- Os empresários ganham em escala, poupam no fornecimento e têm acesso a experiências de centenas de colegas de setor.
- O país, inevitavelmente, ganha em arrecadação de impostos e menor desemprego.
Portugal cresce quando os negócios crescem.
O Infofranchising ajuda a tornar este processo visível e transparente, mostrando caminhos, dicas e, sobretudo, relatos reais de quem já caminhou.
Conclusão
O franchising tornou-se, nos últimos anos, uma das grandes chaves para o crescimento económico de Portugal. É um sistema que junta experiência, capital, inovação e capacidade de adaptação. Num momento em que o país precisa de soluções práticas e de impacto direto, o franchising destaca-se pela capacidade de gerar emprego, avançar para o interior e fomentar novos empreendedores.
No Infofranchising.pt, encontra informação fiável, atualizada, histórias de sucesso e oportunidades. Mais do que um portal, é um reflexo do dinamismo do franchising português.
Se quer empreender, conhecer tendências ou apenas ficar a par das novidades do setor, aproxime-se do Infofranchising. Descubra o que o franchising pode fazer por si e por Portugal.
Perguntas frequentes
O que é franchising?
Franchising é um modelo de negócio onde uma empresa (franqueadora) autoriza outra (franqueado) a usar sua marca, sistema e know-how, em troca de uma remuneração. O franqueado segue os padrões e a identidade da marca, beneficiando-se do apoio constante para operar o negócio.
Como o franchising ajuda a economia?
O franchising estimula o empreendedorismo, facilita a criação de empregos e espalha atividades económicas para além dos grandes centros. O modelo gera estabilidade para investidores e colaboradores, aumenta o consumo interno e, com isto, contribui significativamente para o PIB, como comprovam os dados recentes sobre o setor.
Quais as vantagens do franchising em Portugal?
Algumas vantagens são:
- Menor risco para novos empreendedores, pelo acompanhamento da marca.
- Acesso facilitado a formação e apoio operacional.
- Ampla variedade de setores (restauração, saúde, comércio, turismo…)
- Capilaridade territorial, levando marcas e empregos a todo o país.
- Força de marcas nacionais e internacionais, aumentando a confiança dos consumidores.
Vale a pena investir em franchising?
Investir em franchising pode ser vantajoso, especialmente para quem procura um negócio mais seguro e estruturado. Com o apoio da franqueadora, as hipóteses de sucesso crescem, mesmo para quem nunca teve experiência empresarial. Porém, é fundamental analisar a marca, setor e o apoio oferecido antes de decidir. O Infofranchising pode ajudar nesta pesquisa.
Quais setores mais crescem no franchising?
Os setores mais dinâmicos no franchising português são:
- Restauração e alimentação
- Turismo e hotelaria
- Serviços pessoais e empresariais
- Comércio a retalho
- Saúde, estética e bem-estar
Esses segmentos mostram grande resiliência e capacidade de adaptação, atraindo investidores tanto nacionais como estrangeiros.

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